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Eurípides / Heraclidas

Ἡρακλεῖδαι Heraclidae Eur. Heracl. -430 / -425
 
Héracles e a hidra de Lerna
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A tragédia Heraclidas (gr. Ἡρακλεῖδαι), lit. ‘Os filhos de Héracles’, foi representada pela primeira vez entre -430 e -427 ou, de acordo com alguns eruditos, em -426/-425. É possível que os 1055 versos que chegaram até nós não representem a peça completa: algumas passagens, citadas por comentadores antigos, não estão presentes no texto canônico.

Hipótese

Os filhos de Héracles são perseguidos por Euristeu, rei de Argos, após a morte do herói. Acompanhados de Iolau, antigo companheiro de Héracles, e de Alcmena, sua avó, os jovens pedem ajuda a Demofonte, filho de Teseu e rei de Atenas. Graças ao sacrifício voluntário de Macária, uma das filhas de Héracles, os atenienses vencem o exército de Euristeu, que é capturado e morto.

Dramatis personae
Iolau sobrinho e antigo companheiro de Héracles Copreu arauto de Euristeu Coro cidadãos de Maratona Demofonte rei de Atenas, filho de Teseu [Macária] jovem filha de Héracles Alcmena mãe de Héracles, viúva de Anfitrião Euristeu rei de Argos, primo e inimigo de Héracles Mensageiro Servo

Mise en scène

A cena se passa em Maratona, Ática, diante do templo de Zeus Agoraios.

O protagonista fazia o papel de Iolau e o de Euristeu; o deuteragonista representava Demofonte e o Servo; e o tritagonista representava o Arauto, Macária e Alcmena.

Resumo

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Influência e reapresentações

A cena principal de um pelike lucaniano de figuras vermelhas do Pintor da Carneia datado de c. -400, conservado no Museo Nazionale della Siritide (links externos), pode refletir a tragédia de Eurídes, reaprentada provavelmente em Heracleia algum tempo antes (Bosher, 2012, p. 231), ou é apenas uma representação do mito.

Manuscritos, edições e traduções

Edições isoladas e mais recentes da tragédia: Pearson (1907), Garzya (1972), Wilkins (1993).

Traduções para o português: Cravo da Silva (2000).

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